terça-feira, 28 de junho de 2011

Vídeo Show nos bastidores de "Um Violinista no Telhado"

O Vídeo Show esteve nos bastidores de ‘Um Violinista no Telhado’ e conversou com José Mayer, Charles Möeller, Claudio Botelho, Soraya Ravenle, Marcelo Castro e Priscilla Azevedo.

Confira a matéria que foi ao ar na semana passada:

AUDIÇÃO: A Família Addams


Consagrada pela realização de musicais como O Fantasma da Ópera, A Bela e a Fera, Cats e atualmente em cartaz com Mamma Mia, a TIME FOR FUN prepara-se para montagem de mais um grandioso espetáculo, a superprodução musical da Broadway: “A Família Addams”, que estréia no Teatro Abril no primeiro semestre de 2012.
Inspirado na bizarra e querida família criada pelo lendário cartunista Charles Addams, o musical se tornou uma das mais bem sucedidas produções da Broadway quando estreou no ano passado em Nova York, onde faturou mais de US $ 64 milhões. Na montagem, Nathan Lane e Bebe Neuwirth estrelaram interpretando o divertido casal Gomez e Mortícia. O Brasil será o primeiro país fora dos Estados Unidos a fazer uma montagem de “A Família Addams”.
“A Família Addams” tem textos priginais escritos por Marshall Brickman e Rick Elice (roteiristas de “Jersey Boys”, ganhador do prêmio Tony de Melhor Musical), músicas orignal de Andrew Lippa, direção e concepção de Phelim McDermott e Julian Crouch e coreografia de Sergio Trujillo. Jerry Zaks é o consultor criativo. O musical foi produzido na Broadway por Stuart Oken, Furman Roy, Michael Leavitt e pela Five Cent  Productions, em associação com a Elephant Eye Theatrical.
Os candidatos interessados em participar do espetáculo enviaram currículo até a última sexta-feira (24), e os selecionados participarão dos testes que começam na próxima segunda-feira. Então, MUITA MERDA para eles!

Versão Brasileira de "O Mágico de Oz" terá orçamento de 8 milhões

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Judy Garland, no filme de 1939: a história do escritor L. Frank Baum tornou-se sucesso mundial

Com efeitos especiais e cenários luxuosos, musical pretende levar para o teatro a revolução que Paulo Barros fez no Carnaval


Rafael Lemos

Desde que voltaram à cena brasileira, no final dos anos 1990, os espetáculos musicais exibem uma impressionante escalada de público, de faturamento e de orçamento. O Mágico de Oz, próximo megaespetáculo a caminho, custará cerca de oito milhões de reais – cifra comparável à da produção de longas -metragens. O clássico eternizado por Judy Garland no filme de 1939 chega pelas mãos da Aventura Entretenimento, a mesma produtora de A Noviça Rebelde, Gipsy, Hair e outros seis musicais que já levaram 800 mil espectadores ao teatro e faturaram em dois anos nada menos que 32 milhões de reais.

A versão da Royal Shakespeare Company – considerada a mais fiel ao filme – teve os direitos comprados há três meses pela Aventura, que tem como sócios Luiz Calainho, Aniela Jordan e a dupla Claudio Botelho, Charles Möeller, que fez explodir o teatro musical brasileiro. No Brasil, diz Calainho, a peça chega com ambição de promover no teatro a revolução que o carnavalesco Paulo Barros, da Unidos da Tijuca, fez no Carnaval.

“O Mágico de Oz é um absoluto clássico da indústria do entretenimento. Mas vamos fazer o que chamamos de ‘non-replica’. Vamos criar a nossa própria versão, e ela vai estabelecer um novo padrão para as produções no país. Teremos mais cenários, iluminação mais ampla e efeitos especiais exuberantes, como uma bruxa voando por cima da plateia. É algo que o Paulo Barros já faz no carnaval, mas que ainda não vemos no teatro brasileiro”, diz Calainho, que pretende construir um teatro no Rio de Janeiro e outro em São Paulo.

O musical estreia em janeiro de 2012, no Rio, e seis meses depois segue para São Paulo, onde permanecerá por igual período. Mas o trabalho de promoção da peça já começa em novembro, através, principalmente, da internet. As redes sociais terão um papel fundamental na primeira fase do processo de seleção dos atores. A expectativa é de que entre cinco mil e seis mil pessoas se inscrevam para as audições.

“Os brasileiros estão entre os maiores consumidores de musicais. Se considerarmos o eixo Rio-São Paulo, perdemos apenas para a Broadway, em Nova York, e a West End, em Londres. Isso porque musical tem tudo a ver com o Brasil. Não existe povo mais próximo à músical do que o nosso. Assim como não há outro povo mais ligado à dramaturgia, basta pegarmos o exemplo das novelas. E o musical é justamente a convergência entre música e dramaturgia”, analisou Calainho, durante evento em que a Oi anunciou os espetáculos que selecionou para patrocinar em 2011.

Antes de O Mágico de Oz, os produtores ainda estreiam outros dois musicais: em maio, Um violinista no telhado, com José Mayer e Soraya Ravenle, e, em outubro, Judy – O fim do arco-íris, sobre a vida de Judy Garland.


Fonte: Blog VEJA.

Patina Miller ensaia "Fabulous, Baby!"

Se você adora saber das curiosidades dos bastidores dos grandes musicais da Broadway, você está no lugar certo. O Blog "Mundo dos Musicais" traz pra você o vídeo de Patina Miller, a atriz que vive Deloris Van Cartier em "Sister Act - The Musical", ensaiando a canção "Fabulous, Baby!". Divirta-se!

Rede Globo exibe a série americana Glee a partir de julho

Glee (Foto: Divulgação)
 
Glee, a série que o mundo inteiro está curtindo e cantando junto, estreia na Rede Globo no dia 2 de julho, logo após Hannah Montana. E você vai poder acompanhar essa comédia musical sobre um professor otimista que tenta transformar o clube do coral de seu colégio e levar seus alunos cantores à maior competição de todas.

O clube do coral do Colégio McKinley costumava estar no topo das competições, mas, depois de uma série de escândalos, se transformou no paraíso dos desasjustados e párias sociais. Will Schuester (Matthew Morrison), um jovem professor otimista, se oferece para assumir o clube e levá-lo de volta à glória com a ajuda de sua colega de trabalho Emma Pillsbury (Jayma Mays). E  eles têm um longo caminho a percorrer quando estrelas um tanto incomuns se candidatam ao grupo: Kurt (Chris Colfer), um soprano com um grande talento para o drama, Mercedes (Amber Riley), uma diva que se recusa a fazer segunda voz, Artie (Kevin McHale), um guitarrista meio nerd que passa a maior parte do tempo fugindo dos valentões, e Tina (Jenna Ushkowitz), uma garota um tanto estranha que precisa superar sua gagueira antes de subir ao palco.
A única esperança do professor são os talentos natos Rachel Berry (Lea Michele), uma garota perfeccionista que está convencida de que o clube do coral é seu passaporte para o estrelato, e Finn Hudson (Cory Monteith), o jogador de futebol americano mais popular do colégio que tem que proteger sua reputação com a namorada líder de torcida, Quinn (Dianna Agron), e seu colega de time arrogante, Puck (Mark Salling).

Motivado  por segredos de seu passado, Will está determinado a fazer o que for preciso para devolver a glória ao clube, ainda que todos a sua volta - da sua esposa Terri (Jessalyn Gilsig) à chefe das líderes de torcida Sue Sylvester (Jane Lynch) - pensem que ele está louco.